caju com manga · Papo de Véia

vulnerável, eu?

Vivo apregoando aos quatro ventos a beleza da vulnerabilidade. Balela. Odeio me sentir vulnerável. É mais gostoso que todo mundo te ache forte, valente. Bem melhor ajudar que ser ajudad@, já dizia a Dona Dora. Mas não, gente, é mentira. Ninguém é forte todo dia. Nem se aceita todo dia. Nem se gosta todo dia.… Continuar lendo vulnerável, eu?

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Papo de Véia

Causo sem título

A gente está entre um pedaço e outro de pudim de chocolate. A colher escorrega suavemente na iguaria enquanto as papilas gustativas jorram saliva por toda a boca, meio que desejando mais um pedaço, meio que faxinando o bocado anterior. Olho seu antebraço, forte, esguio. Sigo caminhando com os olhos pela camiseta da cor de… Continuar lendo Causo sem título

Papo Cabeça

eu comeria sonhos…

durante quanto tempo é possível ouvir o som das ondas até se entediar?

Papo Cabeça

café do fim do ano

  Um ano. Quase um ano desde aquele último chá metido a besta. Olho a chuva gorda pela janela enquanto o café de espuma cremosa cor de avelã me namora... Volto um ano antes:  a chuva já não é a mesma: agora, é pesadona, gostosa, pra faxinar a alma.  O bairro, no entanto, é o… Continuar lendo café do fim do ano