caju com manga

des-apaixonar-se é melhor que apaixonar-se

  feito raio: eu o reconheci, no meio de uma multidão de gente alcoolizada num pós happy hour coletivo.  ele vestia essa luz branca envolvente e calçava notas musicais - que lhe é tão peculiar. era quase verão e, naquela noite de quinta, meu coração se esvaziou de todas as dores pra ocupar um sentimento… Continuar lendo des-apaixonar-se é melhor que apaixonar-se

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caju com manga · Papo de Véia

vulnerável, eu?

Vivo apregoando aos quatro ventos a beleza da vulnerabilidade. Balela. Odeio me sentir vulnerável. É mais gostoso que todo mundo te ache forte, valente. Bem melhor ajudar que ser ajudad@, já dizia a Dona Dora. Mas não, gente, é mentira. Ninguém é forte todo dia. Nem se aceita todo dia. Nem se gosta todo dia.… Continuar lendo vulnerável, eu?

Papo de Véia

Hoje eu calço as tuas botas

Você, minha doce companheira, perdoe-me. Até agora não tive a empatia de viver a tua dor, de te olhar com amor, de te acolher com paciência... Você é uma sobrevivente, agora sei. Sobreviveu à morte, à falta de amor, à rejeição, ao desafeto, à língua afiada, à mãos violentas, aos gritos e guerras, à chantagem… Continuar lendo Hoje eu calço as tuas botas

Papo Cabeça

eu comeria sonhos…

durante quanto tempo é possível ouvir o som das ondas até se entediar?

Papo de Véia

a história de amor do peregrino e da recepcionista.

entre tantas histórias que eu vivi no caminho, essa é a que mais me emociona: a história de amor entre o peregrino e a recepcionista, uma história de amor das de verdade, cheias de obstáculos e desafios. e escolhas, claro, como tem que ser.

Papo Cabeça

sobre as relações líquidas

    Uma das belezas do Caminho de Santiago é aguçar os sentidos pra perceber-se a si mesmo…. e, assim, perceber o outro. É lá, com um monte de gente de todas as partes do planeta, compartilhando a beliche com a senhora que ronca, o banheiro com o rapaz que tem chulé e a mesa com… Continuar lendo sobre as relações líquidas