caju com manga

espelho

 

 

 

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O ato de se olhar no espelho é árduo, não se engane. Por mais selfies, caras e bocas que se faça, todo mundo tem questionamentos, dores, desilusões, dramas e se compara. Ô se se compara. Eu, neste momento da vida, me aceito bem. Olho no espelho e o que vejo, me agrada. Não é que eu me ache linda ou perfeita, nada a ver. Mas eu reconheço em cada pé de galinha, a minha história. Vejo, com nostalgia, as manchas de Sol que consegui numa viagem de férias sem proteção solar. Olho as minhas dobras com o mesmo carinho que eu olho um brigadeiro. Amo o meu cabelo e os fios brancos que despontam. Então é assim que se sente? Mas não creia que eu sou a fortaleza em pessoa. Tenho meus dias. Faz um tempo, descobri que uma pessoa que era muito importante pra mim estava com outra. Com uma formação muito f…da. Com títulos impensáveis pra mim. Na hora, pensei: é isso. É isso o que eu não tenho. É isso que falta em mim, títulos. Uma posição social admirável… Me permiti ficar 8 horas mal. Me sentindo a pior pessoa. Depois desse tempo, entreguei. Não era sobre mim. Eles estavam juntos porque se amavam. E eu, precisava honrar a minha história e toda a minha trajetória, mesmo sem títulos. Não, não era sobre mim. Esse post, muito duro de fazer, é pra assumir minha vulnerabilidade. E dizer que nós, mulheres, não estamos competindo. Não estamos!

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