caju com manga

meus tons de cinza


Sexta cinza em Sampa. Duplamente cinza, céus e muros… No livro “a psicologia das cores” a autora Eva Heller o descreve como cor sem caráter, cor de todos os sentimentos sombrios,  do inamistoso, terrível, cruel e insensível… Mas a definição que eu mais gosto é como cor da reflexão. Sim, quem nunca parou pra repensar a própria vida num dia nublado com uma xícara de café na mão, que atire a primeira pedra, oras bolas. E quanta sabedoria existe num cabelo grisalho cheio das curvas da vida que respeita o momento presente?

Fora isso, tenho mais motivos pra amar o cinza: minha cartela é outono suave, ou seja, cores outonais diluídas em cinza: são aquelas que me completam, me iluminam, me animam.

Ontem teve conversa profunda no almoço. Teve Papo leve no café da tarde regada a abraço e carinho na alma. Cinza, eu não lhe quero nos muros da minha cidade mas flerto contigo no aconchego da minha nostalgia.

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